A Receita Federal começou a liberar as restituições do
Imposto de Renda em junho. A ordem de pagamento dá prioridade a idosos e portadores de
deficiência física ou mental. Em seguida, vale a regra: quem enviou a declaração
antes, recebe primeiro.
Se você não
estiver nesse primeiro lote, uma alternativa é antecipar a restituição do IR,
operação oferecida pela maioria dos bancos. A linha de crédito é similar ao
crédito consignado. Assim que a restituição entra na conta bancária informada
pelo contribuinte, o pagamento é feito ao banco.
Antes de
contratar a operação
Antes de
contratar este tipo de operação, no entanto, o consumidor deve prestar atenção às
taxas de juro cobradas para liberar o dinheiro, que varia de banco para banco.
Além disso,
apesar dessa linha geralmente possuir juros menores que os de outras
modalidades de empréstimo, é preciso ficar de olho no Custo Efetivo Total da
operação.
De olho na malha
fina
Existe ainda um
ponto crucial ao solicitar o crédito: a antecipação significa que o
contribuinte irá pegar um dinheiro que lhe pertence, mas ainda não foi
processado pela Receita Federal. Caso o contribuinte caia na malha fina, terá
de arcar com a dívida do valor que foi antecipado.
Por isso, fique
atento a informações sobre possíveis custos adicionais e juros que serão
cobrados enquanto a restituição não sair.
Casos em que
vale a pena
Tomados esses
cuidados é fundamental também saber em quais casos vale a pena antecipar.
Um deles é quando
o contribuinte estiver precisando com urgência do dinheiro. Especialistas em
finanças afirmam que para quem está endividado e pagando altas taxas de juro, é
vantajoso fazer a antecipação para reduzir ou quitar a dívida.
Em momentos
emergência, como problemas de saúde, em que a pessoa necessite de dinheiro
imediatamente, antecipar a restituição também pode valer a pena. Nesse caso, o
objetivo é evitar um endividamento.
Pesquise antes
É aconselhável
ainda que o contribuinte faça uma pesquisa antes de solicitar o crédito. A
disputa pelos clientes é tão grande que as taxas cobradas variam muito entre as
instituições financeiras. Especialistas orientam fazer a primeira pesquisa pela
internet e só depois ir à agência negociar direto com o banco.
IMPORTANTE:
Este artigo jornalístico não é recomendação de investimento. É uma opinião com objetivo educacional.
Dúvidas ou outros esclarecimentos envie um e-mail para: comportamentoedinheiro@gmail.com
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