SUA REVISTA ON-LINE SOBRE INVESTIMENTOS E FINANÇAS

TAXA DE ADMINISTRAÇÃO PODE SER O VILÃO DOS FUNDOS






Responda rápido: quando você escolhe um fundo de investimento para aplicação o que você olha primeiro? Muitos respondem que verificam a rentabilidade. Normal, até porque com a inflação alta é importante saber se vai render acima do índice de preços oficial do governo. O problema é que muita gente não verifica também a tal da taxa de administração.

 
 

A importância de olhar a taxa de administração


Parece só um detalhe a mais, mas não é. Afinal essa taxa pode ser um fator decisivo na rentabilidade líquida (após os descontos de impostos e taxas) de um Fundo. E ela pode estar reduzindo os seus ganhos.

Especialistas em finanças afirmam que essa cobrança não deve ser muito maior que 1%.

Se você aplica nessa modalidade de investimento, olhe nos relatórios quanto está pagando de taxa de administração. É provável que em alguns casos, o valor seja bem mais alto do que você pensa.

 

Consultamos as taxas
 

            Consultamos alguns Fundos oferecidos por um dos maiores bancos do mercado. É impressionante. Algumas taxas de administração chegam a descontar quase 4% da rentabilidade bruta anual. Nesse cenário surge a pergunta: não seria melhor outra modalidade de investimento como as Letras de Crédito Imobiliário que não cobram Imposto de Renda nem taxa de administração e algumas estão rendendo mais do que 12% ao ano?

 

 

Faça pesquisas
 

A taxa de administração é importante porque remunera os serviços necessários para o funcionamento do Fundo. Mas o consumidor de produtos financeiro tem de pensar em seu bolso. É claro que o valor dessa taxa varia de instituição para instituição e também depende da classe do Fundo: normalmente, os de Renda Fixa têm taxas mais baixas do que os de Ações.

Se o Fundo tiver um alto rendimento, nada impede que o percentual seja alto. O importante é você saber bem no que está investindo, procurar conhecer os riscos envolvidos e se, após os descontos de taxas e impostos, vai ter uma rentabilidade bem maior do que a inflação anual.

Lembre-se também que a rentabilidade divulgada por um Fundo já é liquida de taxa de administração. Para saber qual a taxa, consulte os prospectos, que constam nos relatórios de rentabilidade de sites de bancos.


VOCÊ GOSTARÁ DE LER TAMBÉM:


O QUE É MELHOR: FUNDO DE INVESTIMENTO OU TESOURO DIRETO ?

 
CUIDADO COM OS FUNDOS ‘MULTIMERCADOS’


FUNDO DE INVESTIMENTO



IMPORTANTE:

Este artigo jornalístico não é recomendação de investimento. É uma opinião com objetivo educacional. Dúvidas ou outros esclarecimentos envie um e-mail: comportamentoedinheiro@gmail.com

 

Procure sempre um profissional certificado para obter recomendações de investimentos. Verifique se ele tem certificações como o CNPI (Certificado Nacional de Profissional de Investimento) ou CPA (Certificação Profissional Anbima).

 

Leia o artigo

O QUE RENDE MAIS CDB OU LCI?


 

 

Durante uma conversa com o gerente do seu banco você explica que quer mais rentabilidade em seus investimentos mas com segurança. O profissional lhe mostra duas opções: o Certificado de Depósito Bancário, mais conhecido como CDB, e a Letra de Crédito Imobiliário, mais conhecida como LCI. Surge então a dúvida: qual dessas duas modalidades é a melhor?

 

CDB x LCI x Poupança

 

Primeiramente é importante responder que ambos têm a mesma garantia que a Poupança. A diferença é que rendem mais que a tradicional Caderneta se você deixar o dinheiro aplicado por mais de um ano.

O CDB a LCI têm a rentabilidade atrelada ao CDI, taxa que neste mês de maio está em 13,13% ao ano. Antes de aplicar, portanto, você deve perguntar ao gerente do banco ou ao profissional que lhe assessora nos investimento o seguinte: quanto por cento do CDI este CDB está pagando? Ou quanto por cento do CDI esta Letra de Crédito está pagando?

Geralmente os Certificados de Depósito Bancário dão de 80% a mais de 100% do CDI. Se um banco der 100%, isso significa que você receberá de rentabilidade bruta (sem desconto do Imposto de Renda) 13,13% em um ano. Nada mal, já que a Poupança deverá pagar em torno de 7% ao ano.

 

LCI x CDB: qual é o melhor?

 

Já as LCIs geralmente rendem de 80% a até 115% do CDI. As instituições financeiras de grande porte entregam uma rentabilidade menor. As Letras de Crédito de bancos médios geralmente pagam mais de 100% do CDI porque têm maior risco.

Se tanto a LCI e o CDB têm remuneração parecida, o que mais pesa na hora de decidir? A resposta é o Imposto de Renda (IR). O governo não cobra esse imposto da LCI. Tanto a Letra de Crédito Imobiliário como a Letra de Crédito Agrícola têm isenção de IR. Essa é a grande vantagem delas em relação aos CDBs. No começo de 2015 houve boatos de que seria cobrado IR, mas até agora nenhuma ação foi tomada nesse sentido.

 

Qual é o risco?

 

É sempre importante ressaltar que antes de investir, peça ao profissional que lhe assessora ou ao seu gerente para ele calcular a rentabilidade líquida e comparar. Existem diferentes tipos de CDBs e alguns permitem o saque a hora que você precisar. Já a LCI não tem liquidez imediata, ou seja, se precisar vender antes do fim do contrato, terá de esperar um pouco mais para embolsar o dinheiro.

Pense bem antes de aplicar. Essas modalidades são ideais para o longo prazo. Consulte um especialista certificado e esclareça todas suas dúvidas quanto às características dos produtos.   

Como escrevi antes, tanto o CDB quanto a LCI são considerados de baixo risco porque têm garantia do Fundo Garantidor de Crédito. Se o banco que emitiu o título quebrar, esse Fundo devolve o valor aplicado até o limite de 250 mil reais.
 
 
 
 
LEIA TAMBÉM:
 
 
 


 
IMPORTANTE:
Este artigo jornalístico não é recomendação de investimento. É uma opinião com objetivo educacional.
Dúvidas ou outros esclarecimentos envie um e-mail: comportamentoedinheiro@gmail.com
 
Procure sempre um profissional certificado para obter recomendações de investimentos. Verifique se ele tem certificações como o CNPI (Certificado Nacional de Profissional de Investimento) ou CPA (Certificação Profissional Anbima).
 

 
 
 
Leia o artigo

ECONOMIZO R$ 500 POR MÊS. EM QUE DEVO INVESTIR?

 
 
                A pergunta acima é comum para muitos brasileiros que se preocupam não apenas em juntar dinheiro, mas rentabilizar a economia feita para, no futuro, realizar o sonho de comprar um carro, uma casa, fazer um curso, etc.
                Especialistas em finanças pessoais orientam que primeiro o investidor deve se saber com certeza se esse dinheiro não vai ser utilizado no curto prazo. Se seu horizonte de investimento é mais do que dois anos e considerando que você é conservador, ou seja, não quer correr riscos, vale apena conhecer produtos como Letra de Crédito Imobiliário (LCI), Letra de Crédito Agrícola (LCA) e alguns Títulos do Tesouro.
 
 
LCI e LCA
 
Atualmente as Letras de Crédito são recomendadas por planejadores financeiros e analistas do mercado porque tem baixo risco e contam com a mesma garantia da Caderneta de Poupança. Se o banco onde o dinheiro está aplicado quebrar, o Fundo Garantidor de Crédito vai repor a quantia aplicada até o limite de 250 mil reais.
Mas atenção: enquanto a Poupança rende em torno de 7% ao ano, a LCI e a LCA de algumas instituições financeiras de porte médio pagam acima de 12% ao ano. Bancos grandes entregam uma rentabilidade menor, mas ainda assim supera a da Poupança.
A grande vantagem das Letras de Crédito Imobiliário e Agrícola é que não sofrem tributação do imposto de renda sobre o lucro da operação. A desvantagem é que, dependendo das regras, o dinheiro só pode ser sacado em ao fim do contrato.
 
 
Diversifique seus investimentos
 
Existe uma regra antiga na área de finanças que afirma: ‘nem todos os ovos devem ser colocados em uma só cesta’. Essa máxima tem relação com a diversificação do risco. Quando mais diversificar (colocar em cestas diferentes) menor é o risco. Assim, o cliente até pode perder rentabilidade em um investimento, mas equilibra essa perda com ganhos maiores em outros.
 
 
Títulos do Tesouro
 
Se seu objeto é o longo prazo, mais de dois anos, vale a pena também conferir dois Títulos do Tesouro: o “Tesouro IPCA +”, que permite um ganho real e protege o investidor da elevação da inflação; e o “Tesouro Selic”, ideal para quem acredita na elevação da taxa Selic.
Os títulos são investimentos de baixo risco, pois o governo é o credor. Mas, se o investidor vender seus títulos antes da data de vencimento, o ganho ou a perda estará sujeito ao valor de mercado do título naquele momento. Portanto, para garantir a rentabilidade acordada na compra, o melhor é só fazer o resgate no vencimento por mais que isso demore anos.
                O ideal seria aplicar uma quantia em LCA, outra em Títulos do Tesouro e deixar uma pequena quantia para gastos de curto prazo.
                Consulte um profissional certificado antes de fazer o investimento. Se fizer tudo certo verá que ao longo dos anos, os R$ 500 economizados mensalmente vão se multiplicar. Afinal, estará ganhando com os juros no longo prazo.

 
 
LEIA TAMBÉM:
 
 
 

 
 
IMPORTANTE:
Este artigo jornalístico não é recomendação de investimento. É uma opinião com objetivo educacional.
Dúvidas ou outros esclarecimentos envie um e-mail: comportamentoedinheiro@gmail.com
 
Procure sempre um profissional certificado para obter recomendações de investimentos. Verifique se ele tem certificações como o CNPI (Certificado Nacional de Profissional de Investimento) ou CPA (Certificação Profissional Anbima).
Leia o artigo

LEIA TAMBÉM

Popup

O conteúdo desse blog está no site Finance News

Acesse: financenews.com.br

 
 
Copyright © 2015. Finanças Pessoais . Todos os direitos reservados.
Design Template by panjz-online | Support by creating website | Powered by Blogger