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PLANEJE SUAS FINANÇAS PARA VIAJAR AO EXTERIOR



O fim de ano está perto e muitas famílias já começam a programar a tão sonhada viagem ao exterior. Hoje em dia, conhecer outros países, perto ou longe do Brasil, em nada se compara com as dificuldades enfrentadas em décadas passadas. Mas alguns cuidados que antecedem a viagem continuam os mesmos, principalmente com relação ao planejamento financeiro.


Viagens longas e curtas

Existem aquelas pessoas que vão viajar a trabalho e permanecer poucos dias em países que já conhecem. Essas, devido à experiência, costumam ter um planejamento do quanto vão gastar.    Geralmente, a operação se torna mais complicada em viagens de férias em família, em que nem sempre o planejamento financeiro é seguido à risca. Para evitar dor de cabeça com os gastos quando voltar para casa, fique atento a alguns detalhes.

Comprar dólares

Comprar dólares para viajar ao exterior exige pesquisa para conseguir uma taxa de câmbio que seja boa para seu bolso. Especialistas no assunto sugerem levar alguns dólares em dinheiro trocado para despesas como táxi, refeições e outros serviços de baixo valor. O ideal é entre 100 e 300 dólares.

Cartão pré-pago

A maior parte dos gastos pode ser feita por meio do cartão pré-pago. O Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) que incide sobre a compra e venda da moeda estrangeira é de 6,38%, bem mais alto que o IOF para a compra de papel-moeda, atualmente em 0,38%. Mas isso não tirou totalmente a vantagem dos pré-pagos. Uma delas é que, ao carregar o cartão, a pessoa já planeja quanto pretende gastar. Além disso, é mais seguro do que andar com dinheiro.

Já no cartão de crédito as compras em moeda estrangeira também pagam IOF de 6,38%. Mas a desvantagem é que o consumidor tem que lidar com a incerteza de não saber quanto vai desembolsar porque a cotação do dólar para pagamento da fatura é calculada no dia no fechamento da conta e não da data da compra. O cartão de crédito deve ser usado, portanto, em último caso, para não estourar o orçamento.

Cuidados finais

É preciso informar os bancos sobre a viagem internacional para que os cartões de débito e crédito internacional funcionem no exterior. Os bancos também trabalham com traveler checks, mas esta opção tem sido cada vez menos utilizada por causa da praticidade do pré-pago.

Seguindo esses cuidados e elaborando um detalhado orçamento para os dias que estiver fora, não haverá surpresas negativas em suas finanças pessoais quando voltar para casa.

 

IMPORTANTE:

Este artigo jornalístico não é recomendação de investimento. É uma opinião com objetivo educacional.
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CARRO NOVO: FINANCIAR OU FAZER CONSÓRCIO?



Especialistas em finanças pessoais aconselham a compra à vista. Dessa forma, o consumidor evita os juros e ainda pode pedir um desconto no valor no carro. O problema é que nem todas as pessoas têm o dinheiro necessário para fazer isso. Por isso, recorrem a duas tradicionais formas de comprar o zero quilômetro: financiamento ou consórcio.

Uma das linhas de crédito que mais tem sido mais afetada com a alta da taxa básica de juros, a Selic, é a de financiamento de carros. Esse é o principal motivo de ela estar perdendo a atratividade frente ao consórcio. 
 
 

Vantagens do consórcio
 

Com o encarecimento do financiamento de veículos, os consórcios podem ser mais baratos do que assumir uma dívida quando se leva em conta o custo total da aquisição. Enquanto no financiamento ocorre a cobrança de juros e outros encargos, no consórcio cobram-se taxa de administração, taxa de reserva, encargos e a correção das parcelas segundo a alta do valor do bem ou um índice oficial de inflação.

Portanto, em um cenário de elevação do juro básico da economia, fazer um consórcio pode tornar-se mais vantajoso que pagar juros em um financiamento.
 

Vantagens do financiamento

 
O financiamento é destinado a quem precisa do bem imediatamente. Para muita gente, a sensação de pagar por um carro que não utiliza, como é o caso do consórcio, pode ser bastante incômoda, enquanto no financiamento a pessoa paga pelo carro que usufrui.

Consórcios são para consumidores que não têm pressa de adquirir o automóvel, uma vez que é preciso pagar as parcelas por certo tempo, até ser contemplado com a carta de crédito. E isso pode demorar: em um consórcio que dura quatro anos, por exemplo, nada impede que a carta de crédito só saia no terceiro ano.

 
Abuse das simulações
 

Antes de optar por uma dessas duas formas de adquirir um automóvel, faça muitas simulações. Peça aos vendedores para fornecerem os cálculos prontos.

As simulações de financiamentos de carros e consórcios devem ser feitas levando-se em conta o Custo Efetivo Total das operações. Além da cobrança dos juros nos financiamentos e das taxas nos consórcios, existe a cobrança de uma série de encargos. Com isso, no fim das contas, o total pago pelo carro pode ficar mais caro do que o cliente imagina.

O ideal é calcular financiamentos e consórcios em diferentes instituições financeiras para descobrir qual modalidade é mais vantajosa. Pois mesmo em tempos de juros mais altos, pode ser que o cliente encontre uma relação custo-benefício melhor em um financiamento que em um consórcio.
 



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CUIDADOS AO ANTECIPAR O 13º SALÁRIO



Bancos de todo o país já começaram a dar publicidade à linha de crédito que antecipa o décimo terceiro salário. As taxas variam conforme a instituição financeira. O que muita gente se pergunta é se compensa pagar juros para ter acesso a esse dinheiro antes do tempo.

Antes de pedir a antecipação

Especialistas em finanças pessoais afirmam que antes de fazer a operação é importante que a pessoa se pergunte se é realmente necessário antecipar o décimo terceiro salário. Tente responder a seguinte questão: o que justificaria pagar juros até dezembro? Se não houver uma resposta satisfatória, talvez não seja o caso de solicitar o crédito.

Quando vale a pena?

O cliente deve pegar dinheiro emprestado se o objetivo for substituir uma dívida cara por outra menor. Por exemplo: se uma pessoa está utilizando o limite do cheque especial ou se tiver dívidas com o cartão de crédito, que possuem taxas altíssimas, o adiantamento do décimo terceiro para reduzir ou quitar o que deve é viável. Mas o importante é fazer bem as contas para ver o quanto a operação vai ser vantajosa.
Profissionais de finanças ressaltam que contrair novas dívidas deve ser sempre evitado, porém, se o objetivo for colocar em ordem o orçamento e se livrar de dívidas anteriores, considere a opção. Lembre-se sempre de observar as condições dos empréstimos, as taxas de juros e negociar com o banco melhores formas de pagamento.
Outro caso em que vale a pena é se o trabalhador aplicar o valor antecipado na aquisição à vista de um bem em que possa pedir um bom desconto.


Quando a empresa libera antes o décimo terceiro

Algumas empresas costumam conceder ao funcionário a possibilidade de ele receber parte do décimo terceiro salário meses antes do fim do ano. Nesse caso, os especialistas sugerem que é um bom negócio. Mas o ideal é que o empregado invista a quantia. Por mais que o rendimento seja baixo, ainda assim será melhor do que receber o dinheiro só no fim do ano.
Quem receber antes também pode usar a parcela para abater dívidas. O único cuidado é que a pessoa tenha disciplina e evite gastar a antecipação do décimo terceiro em supérfluos. Se você não tiver autocontrole nesse sentido é melhor não optar pelo benefício. Deixe para receber no fim do ano, quando as despesas aumentam.
 


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