SUA REVISTA ON-LINE SOBRE INVESTIMENTOS E FINANÇAS

VALE A PENA FINANCIAR UM IMÓVEL?



Os especialistas no assunto recomendam financiar o menor valor possível para pagar menos juros. Um bom negócio é juntar, no mínimo, 30% do valor do imóvel para dar como entrada. Assim o comprador vai poder reduzir o impacto dos juros no longo prazo.

 
A melhor estratégia

Na atual situação econômica, com juros em alta, comprometer 30 ou 35 anos de sua renda familiar com o pagamento de uma dívida grande é um negócio arriscado que exige muito cuidado. Comprar imóvel financiado não significa exatamente conquistar um bem, mas adquirir uma dívida. O imóvel só será efetivamente seu quando a dívida for paga.

Por isso a melhor estratégia é pagar à vista, mesmo que para isso a demora seja de muitos anos economizando e investindo corretamente o dinheiro (em aplicações com rentabilidade superior à inflação) até juntar o montante necessário. Quem quiser seguir esse plano não tem outro jeito: é necessário disciplina e paciência.

 
Cuidados com o financiamento

Mas nem todo mundo pode esperar. Pior do que isso: nem todas as pessoas têm condições de pagar à vista. Nesse caso, quem quer fazer um crédito imobiliário tem de ter um planejamento de longo prazo.

Imóvel é o bem mais caro que as pessoas costumam comprar. É um bem que, no Brasil, só se adquire uma ou no máximo duas vezes na vida. A decisão da compra não pode ser tomada em um fim de semana. E necessário planejamento com meses de antecedência.

Avalie bem o valor que será empregado no financiamento, tanto na entrada quanto nas parcelas. É preciso ter segurança em relação ao emprego, à renda, pois o valor financiado vai ficar imobilizado por até 35 anos, dependendo do prazo.

Abuse do simulador

Se depois de pensar muito você optou pelo financiamento, acesse site de bancos e faça simulações. Veja quanto vai custar cada parcela mensal e se elas cabem no bolso. Outro recurso importante é somar todas as parcelas que você terá de pagar. Assim terá o custo total do financiamento. Isso é disponibilizado pelo simulador. Se não souber como fazer, peça ajuda.

Se ao comprar uma casa ou apartamento seu objetivo é se livrar do aluguel, cuidado. Você vai continuar a pagá-lo. Nesse caso é o aluguel do dinheiro emprestado pela instituição financeira: os juros.

Tudo bem que no final de três décadas o bem é seu. Só que você vai receber apenas um imóvel depois de ter pago o equivalente a quase dois, dependendo da taxa de juros.

            A pergunta que surge é: será que um pouco de disciplina, paciência e investimento correto não seria uma estratégia melhor para comprar o imóvel gastando menos?

 


IMPORTANTE:

Este artigo jornalístico não é recomendação de investimento. É uma opinião com objetivo educacional.
Dúvidas ou outros esclarecimentos envie um e-mail para: comportamentoedinheiro@gmail.com

 
 
 
Leia o artigo

ANTECIPAÇÃO DE IR: VANTAGENS E DESVANTAGENS



A Receita Federal começou a liberar as restituições do Imposto de Renda em junho. A ordem de pagamento dá prioridade a idosos e portadores de deficiência física ou mental. Em seguida, vale a regra: quem enviou a declaração antes, recebe primeiro.

Se você não estiver nesse primeiro lote, uma alternativa é antecipar a restituição do IR, operação oferecida pela maioria dos bancos. A linha de crédito é similar ao crédito consignado. Assim que a restituição entra na conta bancária informada pelo contribuinte, o pagamento é feito ao banco.

Antes de contratar a operação

Antes de contratar este tipo de operação, no entanto, o consumidor deve prestar atenção às taxas de juro cobradas para liberar o dinheiro, que varia de banco para banco.

Além disso, apesar dessa linha geralmente possuir juros menores que os de outras modalidades de empréstimo, é preciso ficar de olho no Custo Efetivo Total da operação.

De olho na malha fina

Existe ainda um ponto crucial ao solicitar o crédito: a antecipação significa que o contribuinte irá pegar um dinheiro que lhe pertence, mas ainda não foi processado pela Receita Federal. Caso o contribuinte caia na malha fina, terá de arcar com a dívida do valor que foi antecipado.

Por isso, fique atento a informações sobre possíveis custos adicionais e juros que serão cobrados enquanto a restituição não sair.

Casos em que vale a pena

Tomados esses cuidados é fundamental também saber em quais casos vale a pena antecipar.

Um deles é quando o contribuinte estiver precisando com urgência do dinheiro. Especialistas em finanças afirmam que para quem está endividado e pagando altas taxas de juro, é vantajoso fazer a antecipação para reduzir ou quitar a dívida.

Em momentos emergência, como problemas de saúde, em que a pessoa necessite de dinheiro imediatamente, antecipar a restituição também pode valer a pena. Nesse caso, o objetivo é evitar um endividamento.

 
Pesquise antes

É aconselhável ainda que o contribuinte faça uma pesquisa antes de solicitar o crédito. A disputa pelos clientes é tão grande que as taxas cobradas variam muito entre as instituições financeiras. Especialistas orientam fazer a primeira pesquisa pela internet e só depois ir à agência negociar direto com o banco.




IMPORTANTE:

Este artigo jornalístico não é recomendação de investimento. É uma opinião com objetivo educacional.
Dúvidas ou outros esclarecimentos envie um e-mail para: comportamentoedinheiro@gmail.com

 
 
 
Leia o artigo

CADERNETA DE POUPANÇA: PRÓS E CONTRAS



A aplicação preferida dos brasileiros não é unanimidade nacional. Especialistas em finanças alertam que só em alguns casos esse tipo de investimento é aconselhável. O motivo é a baixa rentabilidade. Aplicar grandes quantias na tradicional Caderneta por um longo prazo de tempo pode trazer prejuízos para o bolso.

 
Rentabilidade da Poupança
 
O rendimento da nova Poupança voltou a acompanhar o índice oficial de inflação nos primeiros quatro meses de 2014, depois que o governo aumentou a taxa básica de juros. Se considerarmos o período de maio do ano passado a abril de 2014, a Caderneta rendeu 6,4% para depósitos que foram feitos depois que o governo mudou as regras da poupança, em 2012.

Para quem já tinha dinheiro aplicado antes das novas regras, o rendimento de maio de 2013 a abril deste ano foi de 6,6%. No mesmo intervalo, o IPCA, indicador oficial de preços, registrou uma alta de 6,28%.

Para alguns profissionais do mercado financeiro, essa modalidade só perderia atratividade se a taxa Selic subisse para acima dos 12% ao ano. Caso isso ocorra, muitos fundos de investimento atrelados à Selic se tornariam opções mais rentáveis, mesmo com a cobrança de taxa de administração e pagamento de imposto de renda, o que não ocorre na Poupança.


Cuidados com a Poupança

Mesmo assim, especialistas alertam que a poupança deve ser usada apenas para proteger da inflação o dinheiro usado no dia a dia ou que será utilizado no curto prazo (em até um ano). Para quem tem valores acima de cinco mil reais e só vai gastar esse dinheiro dentro de dois ou três anos (ou mais) existem opções mais rentáveis.

O problema de aplicar na Poupança é que ela rende muito pouco, e em alguns períodos sequer repõe as perdas da inflação. Portanto, colocar o dinheiro nessa modalidade por vários anos vai trazer um baixíssimo retorno financeiro e prejudicar seu esforço de economizar.


Alternativas

Não tem outro jeito: para realizar os sonhos mais caros (comprar um imóvel, estudar, viajar ao exterior) não basta juntar dinheiro, é preciso investir em aplicações que tenham boa rentabilidade.

Nesse sentido, procure conhecer outras formas de investimento como CDBs, Títulos do Tesouro, Fundos de Renda Fixa. Informe-se bem sobre os riscos, vantagens e desvantagens deles. Perceba que, muitos, no longo prazo, são bem mais rentáveis que a Poupança.

Você até pode deixar um pouco do dinheiro que economiza na Caderneta de Poupança, mas faça a chamada carteira de investimentos, isto é, aplique também em outras modalidades. Se você tiver um perfil para aplicações de risco pode investir ainda na renda variável (fundo de ações e ações). Procure um profissional especializado, seja no seu banco ou em corretoras de valores. Eles podem esclarecer suas dúvidas e ajudar você a gerir melhor seus investimentos.

 
 

IMPORTANTE:

Este artigo jornalístico não é recomendação de investimento. É uma opinião com objetivo educacional.
Dúvidas ou outros esclarecimentos envie um e-mail para: comportamentoedinheiro@gmail.com

 
 
Leia o artigo

LEIA TAMBÉM

Popup

O conteúdo desse blog está no site Finance News

Acesse: financenews.com.br

 
 
Copyright © 2015. Finanças Pessoais . Todos os direitos reservados.
Design Template by panjz-online | Support by creating website | Powered by Blogger