SUA REVISTA ON-LINE SOBRE INVESTIMENTOS E FINANÇAS

VOCÊ JÁ OUVIU FALAR EM LCI E LCA?



Responda rápido: o que é o que é, rende mais que a Caderneta de Poupança, tem baixo risco e também não desconta Imposto de Renda? Estamos falando da chamada Letra de Crédito Imobiliário (LCI) e Letra de Crédito Agrícola (LCA). O nome é um pouco estranho, mas vale a pena você conhecer esse tipo de investimento e verificar se ele se enquadra em seu perfil.

 


A LCI e a LCA são títulos de renda fixa emitidos por instituições financeiras autorizadas pelo Banco Central. Os recursos aplicados são direcionados para financiamentos habitacionais e do setor agrícola.

 

Vantagens da LCI e LCA

Uma das principais vantagens é que o investidor pessoa física não paga imposto de renda pela aplicação. Isso é um grande atrativo em relação a outros produtos da renda fixa como CDB, que sofre tributação de Imposto de Renda (IR).


Muitas pessoas estão trocando a Caderneta de Poupança pela Letra de Crédito Imobiliário ou Agrícola. Assim como a Poupança elas têm isenção de IR, mas a LCI e a LCA têm rentabilidade um pouco maior, o que a torna no longo prazo uma opção melhor.

Essas Letras têm rendimento com base em uma taxa chamada CDI, que hoje rende 11,57% ao ano. A Poupança rende pouco mais de 6% ao ano.

Antes de aplicar pergunte na instituição financeira quanto por cento do CDI ela dá ao aplicar na LCI ou LCA. Quanto mais perto de 100%, melhor. Alguns bancos médios dão um valor superior a 100%.


Desvantagens

A desvantagem é que esse tipo de investimento exige aplicações mínimas elevadas, que podem ser um valor alto demais para o pequeno investidor. O valor inicial exigido varia de acordo com cada instituição financeira. Atualmente a partir de 30 mil reais já é possível entrar nesse mercado. Alguns bancos exigem pelo menos 50 mil reais.


Quanto ao prazo, na maioria das instituições financeiras a aplicação varia de 30 dias a dois anos. O melhor é você aplicar por um período mais longo uma parte de seu capital que não vai precisar no curto prazo. E nunca coloque todo seu dinheiro em apenas uma modalidade de investimento. Diversificar é o ideal, deixando na Poupança aquele valor que você pretende usar no curto prazo.

 

Existe risco de investir em LCI?

Convém ressaltar que o governo federal estuda taxar essa aplicação. Mas até agora nada concreto foi anunciado.

Detalhe importante: se você aplica em LCI, mesmo que o banco quebre, vai receber seu dinheiro de volta porque existe a garantia do Fundo Garantidor de Crédito. Essa associação sem fins lucrativos devolve até 250 mil reais por pessoa. Em resumo: é uma aplicação de baixo risco.

A LCI é indicada para pessoas com perfil conservador que querem diversificar sua carteira de investimentos aliando segurança e boa rentabilidade.

Então, da próxima vez que você for ao banco, não custa perguntar se é oferecida Letra de Crédito Imobiliário e quais são as condições e características da aplicação.

 

IMPORTANTE:

Este artigo jornalístico não é recomendação de investimento. É uma opinião com objetivo educacional.
Dúvidas ou outros esclarecimentos envie um e-mail para: comportamentoedinheiro@gmail.com

 
 

Leia o artigo

QUAL É O RISCO DE INVESTIR EM AÇÕES ?

 
                Comprar ações é, para muitas pessoas, o melhor investimento que existe porque permite, no longo prazo, uma rentabilidade bem maior do que em outras aplicações como Fundos de Renda Fixa. Já para outras, que experimentaram o gosto amargo de perder dinheiro na Bolsa de Valores, é um péssimo negócio. O fato é que a chamada ‘renda variável’ apresenta riscos e é preciso saber quais são eles antes de iniciar qualquer operação na Bolsa.
 





Por que os preços variam?

O preço das ações sobe e desce todos os dias. Elas se desvalorizam ou se valorizam em função do cenário macroeconômico, das condições financeiras, operacionais e administrativas das empresas e de vários outros fatores.

Quem quer comprar ações de uma empresa precisa conhecer um pouco sobre essa companhia e o setor em que ela atua. O maior erro de quem começa a operar na Bolsa é acreditar que, no longo prazo, papéis de empresas altamente endividadas, mal administradas e que não dão lucro, subam.

 
Os riscos

Um dos riscos de investir em ações é a pessoa perder parte significativa do capital que aplicou se vender os ativos por um preço bem menor do que comprou. Por isso, antes de fazer uma operação, é importante tomar algumas medidas como: comprar papéis de empresas que deem lucro, tenham boa gestão e dívida sob controle; diversificar comprando ações de companhias de diferentes setores e evitar colocar na renda variável todo o dinheiro disponível para investir. Se a operação for de alto risco, deve-se usar ferramentas de proteção de fortes perdas, como o chamado stop loss, procedimento que limita grandes prejuízos.
 

Conheça seu perfil

Para investir na Bolsa de Valores é preciso muito autocontrole. Sangue frio é essencial para evitar se desfazer de papéis só porque estão caindo. O pequeno investidor tem de olhar o longo prazo: dois, três, cinco anos. Quem comprou, por exemplo, ações da Ambev (empresa conhecida por gerar lucro e ter excelente administração) no começo de 2011, já lucrou 102%, ou seja, dobrou o capital investido em 3 anos e meio. A Caderneta de Poupança nesse período rendeu pouco mais de 15%.
 
 
Faça cursos

Existem pessoas que fazem negócios de curto prazo com ações: são os chamados traders. Eles compram ou vendem ativos, de acordo com o momento do mercado, e ficam alguns dias com o papel ou apenas horas. Essas operações são de alto risco e feitas por profissionais que tentam ganhar uma rentabilidade alta em curto período de tempo. A estratégia especulativa deve ser realizada por pessoas qualificadas para isso e que dominem conhecimentos de análise gráfica de ações.

Portanto, se você pensa em especular na Bolsa, nada contra. Mas faça cursos para aprender a se proteger dos riscos da renda variável.

Taxas

A Bolsa de Valores é um bom negócio para aqueles que têm perfil para esse tipo de investimento. Além da rentabilidade, no longo prazo geralmente mais alta do que a oferecida em CDBs, Títulos do Tesouro e Fundos de Renda Fixa, a Bolsa de Valores apresenta um grande benefício: para operações que movimentem menos 20 mil reais por mês, o investidor está livre do pagamento do Imposto de Renda. As taxas pagas são: taxa de custódia, taxa de corretagem e emolumentos (cobrança da Bovespa). Algumas corretoras cobram valor inferior a um por cento na corretagem, que incide no momento da compra e venda de um ativo.



Você pode gostar de ler também:

Bolsa de Valores é um bom negócio? 

                                                             

IMPORTANTE:

Este artigo jornalístico não é recomendação de investimento. É uma opinião com objetivo educacional.
Dúvidas ou outros esclarecimentos envie um e-mail para: comportamentoedinheiro@gmail.com

Leia o artigo

LEIA TAMBÉM

Popup

O conteúdo desse blog está no site Finance News

Acesse: financenews.com.br

 
 
Copyright © 2015. Finanças Pessoais . Todos os direitos reservados.
Design Template by panjz-online | Support by creating website | Powered by Blogger